Jornais

Chamadas para publicação

Button

2022

25/04 a 25/05

Revista Mosaico

 

Está aberta a chamada para publicação no 21º volume da Revista Mosaico, periódico científico do curso de Licenciatura em Letras da UNESP de São José do Rio Preto. A Mosaico, fundada em 2002, é um espaço para publicação de trabalhos das áreas de Educação, Linguística Aplicada, Linguística Teórica e Literatura produzidos por estudantes em nível de graduação. 

A Revista aceita artigos científicos e resenhas críticas para publicação em seu 21º volume do dia 25 de abril até 25 de maio de 2022, com publicação prevista para outubro deste ano. Os trabalhos devem ser enviados por e-mail, exclusivamente, ao endereço revistamosaicoibilce@gmail.com. Normas e diretrizes de submissão podem ser encontradas no seguinte link: https://drive.google.com/drive/folders/1GBocMMLv3H9Mv0_JiKTDoq666bhxXyxR?usp=sharing

O contato com a Revista pode ser feito por meio do e-mail divulgado ou ainda pelas redes sociais Facebook (https://www.facebook.com/RevistaMosaicoIbilce) e Instagram (@revistamosaicoibilce).

14/04 a 15/07

Revista Cultura em Movimento: Modernidades e modernismos

Caros amigos das Letras, Revista Acadêmica Cultura em Movimento, revista do Instituto Internacional Cultura em Movimento, abre chamadas para submissão de artigos para o seu primeiro número. A revista digital será disponibilizada, gratuitamente, no portal da Instituto Internacional Cultura em Movimento. Neste primeiro número, em comemoração ao centenário da Semana de Arte Moderna, a revista terá como tema Modernidades e Modernismos. Nesta primeira edição, serão aceitos artigos em Língua Portuguesa, cujos trabalhos serão recebidos até 15 de julho de 2022. Para submeter seu trabalho, siga as normas abaixo.  Os artigos devem ser enviados exclusivamente para o e-mail revista@culturaemmovimento.org

Normas

04/04 a 15/07

Dossiê "Obscurecidos, preteridos ou ignorados na literatura brasileira moderna" - Revista Graphos

Sendo o processo de modernização brasileira invariavelmente controverso e difuso, porquanto a ideia de modernidade se faz necessariamente ambígua, na falta de maior precisão histórica, elege-se como marco a Semana da Arte Moderna, cujo centenário exige revisão, tal como tem sido feito largamente.  Sem ignorar a relevância que o marco adquiriu para nossa historiografia, importa destacar outras vozes anteriores ou posteriores ao evento sediado no Teatro Municipal de São Paulo, para repensar em amplo espectro a consolidação de autores e obras, relegados a um plano secundário e que, mesmo quando considerados em determinado momento, acabaram por ser preteridos como se portadores de discursos ilegítimos. O dossiê aqui proposto, em compasso com a materialidade histórica das obras, deverá contemplar expressões que, por suas peculiaridades autorais, pelas tendências de leitura vigentes no momento de sua publicação, pela repercussão das figuras autorais, ou mesmo por motivos indefiníveis, não ressoam hoje como manifestações valoradas, como se a sua repercussão fosse indevida ou simplesmente não se devesse gravar como registros literários. São os preteridos, esfumados ou obscurecidos da literatura brasileira, os quais, apesar de não constarem hoje como referências incontornáveis, solicitam reexame, o que implica repensar que parâmetros devem guiar a leitura das obras modernas e dimensionar em perspectiva os posicionamentos que têm animado a recepção de nossa própria literatura.

Organizadores: Profª Drª Elaine Cristina Cintra (UFPB) e Prof. Dr. Éverton Barbosa Correia (UERJ)

1/01 a 30/06

Revista Fragmentum - António Lobo Antunes: narrativas sobre um mundo que arde

Organizadores:  

Gerson Luiz Roani (Universidade Federal de Viçosa)

Ana Paula Arnaut (Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra)

Raquel Trentin Oliveira (Universidade Federal de Santa Maria)

Nas últimas décadas, a obra produzida por António Lobo Antunes conquistou um público espantoso e crescente, ganhando edições e traduções sucessivas em diferentes línguas. Como reconhecimento desse êxito, em 2007, o escritor foi agraciado com o Prêmio Camões pela importância da sua produção. Assim, considerando-se a forte presença de António Lobo Antunes nos estudos atuais sobre a narrativa portuguesa contemporânea, justifica-se um número da Fragmentum dedicado ao autor de Esplendor de Portugal, dentre outros inúmeros títulos. Com base em Arnaut (2012, 2011, 2009) e Reis (2005), as produções de António Lobo Antunes manifestam importantes linhas de força ou tendências da Literatura Portuguesa contemporânea. A primeira dessas linhas revisita e desmitifica acontecimentos e figuras provenientes da história portuguesa. É o caso da representação da Guerra Colonial com seus dramas, traumas, “anti-heróis” e silêncios. O segundo traço a ser destacado consiste na utilização da paródia e da desconstrução, através das quais António Lobo Antunes cria narrativas marcadas por acentuado ceticismo acerca de um Portugal contemporâneo com suas agonias, fragilidades e contradições Pós-Coloniais. A terceira vertente escritural investe numa apurada reflexão sobre o processo de elaboração da narrativa, espécie de retorno sobre si mesma, focalizando a produção de gêneros como o romance e a crônica. Neste número da Fragmentum, desejamos reunir artigos que apresentem interpretações fecundas sobre a obra loboantoniana, que se revela instigante e atual em relação aos sombrios tempos em que vivemos, assinalados por distopias, fracassos individuais e coletivos, reificação do sujeito, neocolonialismos, violências de amplo espectro, mas também pela resistência e desconstrução crítica empreendida pela Literatura.

Site: https://periodicos.ufsm.br/fragmentum/

1/01 a 30/06

Revista Muitas Vozes - Dossiê: Escrever o século XIX

Programa de pós-graduação em Estudos da Linguagem / PPGEL
Universidade Estadual de Ponta Grossa / Ponta Grossa / Paraná / Brasil

Oscar Wilde, em O retrato de Dorian Gray, coloca na boca do mefistofélico personagem Lord Henry uma verdadeira declaração de amor por seu século: “a morte e a vulgaridade são os dois únicos fatos do século XIX que se não podem explicar”.

De certa forma, Lord Henry estava certo, pois, afinal, foi no século XIX que a humanidade passou a debelar a escuridão utilizando a eletricidade, mudar as formas de comunicação transmitindo palavras a distância, encolher o mundo através do vapor, da energia elétrica e dos motores à explosão.

O registro de imagens passou de uma atividade laboriosa que consumia dias, meses ou anos, para um ato mecânico instantâneo e dele se fizeram novas formas de arte.

As pessoas puderam pela primeira vez olhar para dentro de si mesmas, seja usando os misteriosos e invasivos raios X para lhes revelar as carnes e ossos, seja suportando que a teoria psicanalítica lhes desvelasse a mente, seja assistindo à teoria da evolução rastrear sua gênese distante.

Em meio a tal atropelo de eventos, não admira que outro personagem, dessa vez de Eça de Queirós, Carlos Fradique Mendes, tenha chamado o século XIX de “nosso século apressado”.

É para refletir sobre acontecimentos, ideias e consequências do décimo nono século na literatura, arte, ciência e pensamento humanos que o Dossiê Escrever o século XIX será publicado no volume 11, de 2022, da Revista Muitas Vozes, periódico do Programa de Pós-Graduação em Estudos da Linguagem, da Universidade Estadual de Ponta Grossa (ISSN - 2238-7196 / QUALIS B2).

O objetivo é reunir estudos de pesquisadoras/es que se dedicam a compreender um período no qual repousam as fundações da nossa contemporaneidade e do qual começou a soprar com força o vento que quer forçar tudo que é sólido a se desmanchar.

Os textos devem ser enviados pelo site da Revista até o dia 30 de junho de 2022: Muitas Vozes (uepg.br)


https://revistas2.uepg.br/index.php/muitasvozes

 

Organizadores

Prof. Dr. Orlando Grossegesse (Universidade do Minho)

Prof. Dr. Paulo Motta (Universidade de São Paulo)

Profª Drª Rosana Apolonia Harmuch (Universidade Estadual de Ponta Grossa)